O Ministério do Planeamento, Lisboa, 2004
“É indiscutível o papel dos arquivos como fontes primárias de informação para o desenvolvimento cultural e patrimonial do País. Dos princípios arquivísticos ainda em vigor destaca-se para o tratamento dos arquivos intermédios e definitivos o princípio da territorialidade, o princípio da proveniência e o princípio das três idades. Este último princípio, que se prende com o Ciclo de Vida do documento, define o arquivo de acordo com a sua actividade, semi-actividade e inactividade.” (pág.6)
Para ler o relatório completo, faça aqui o download